Você já parou para pensar como é a sua conversa interna?
Sabe aquela voz que comenta suas escolhas, critica seus erros ou elogia suas conquistas?
Pois é, o jeito como você se relaciona com você mesmo diz muito sobre sua autoestima e seu amor-próprio.
Mas você sabe a diferença entre esses dois?
- Autoestima é a avaliação que você faz do seu valor e competência. Ela está ligada a conquistas, reconhecimento externo, resultados. Por isso, pode oscilar: um dia você se sente no topo, no outro, lá embaixo.
- Amor-próprio é mais profundo e estável. É a aceitação incondicional de quem você é independentemente de acertos ou fracassos. É o cuidado que você tem consigo mesmo, a gentileza interna que não depende de resultados.
Na prática: a autoestima diz “eu sou capaz porque consegui tal coisa”.
O amor próprio diz “eu tenho valor, mesmo quando não consigo”.
Ambos são importantes. Mas enquanto a autoestima pode ser abalada por um não ou uma crítica, o amor próprio funciona como uma base sólida que sustenta esses momentos.
Um dia você pode se sentir incapaz (autoestima baixa) e ainda assim se acolher (amor próprio presente).
Na psicanálise, aprendemos que essa relação interna começa a se formar na infância, mas pode ser resignificada na vida adulta.
Muitas vezes, a voz crítica que carregamos não é nossa, é eco de figuras do passado, expectativas não cumpridas, padrões que internalizamos sem perceber.
O processo terapêutico ajuda você a:
- Identificar de onde vem essa voz
- Diferenciar o que é seu do que é herança emocional
- Construir um diálogo interno mais gentil e realista
Não se trata de “pensamento positivo” vazio, mas de um reconhecimento profundo: suas qualidades existem, suas limitações também, e tudo bem.
É nesse espaço de aceitação que o amor próprio verdadeiro floresce, sem tensão, sem máscaras.
Quer desenvolver uma relação mais saudável consigo mesmo?
Agende uma sessão e comece essa jornada de autoconhecimento.

